Bar Bezerra

Postado por Elder na quarta-feira dez 9, 2009 Sobre Bares

Bezerra

O bairro da Vila Romana vêem se destacando nos últimos anos por abrigar uma grande variedade de bares.

E dentre esse leque de opções (que pretendemos falar de todos em breve) temos o Bar Bezerra, que poderia ser chamado perfeitamente de Museu das Cervejas, pela sua vasta opção de cervejas (nacionais e principalmente internacionais) e decoração com garrafas e objetos de bares antigos. O que acaba tornando o ambiente muito agradável e divertido!

Para provar as cervejas importadas é necessário que você saia de casa com intenção de gastar, pois os valores são altos em relação às nacionais. E claro, você irá pagar o preço “do bar” a mais. Sabendo disso, ficará satisfeito por encontrar todo tipo de cerveja do Mundo.

Uma coisa que quem for ao Bezerra tem que provar é a porção de coxinha do chef! É uma coxinha sem massa, toda recheada de catupiry e frango, servida no palito. Mas lembre-se, peça logo que sentar à mesa, pois demora demais. O preço da porção custa R$ 18 e vem 8 unidades.

Outro destaque do bar é o telão que exibe imagens numa parede do outro lado da rua.

Nos meses de outubro o proprietário (que adora tudo que é relacionado a cerveja) faz a sua própria oktoberfest no bar.

O Bezerra aceita como pagamento cartões de crédito, débito. e tickets SmartNet.

Pontos Fortes: Variedade de Cervejas; Simpatia do proprietário sempre preocupado em atender bem os clientes; Coxinha do Chef; Flexibilidade na forma de pagamento.

Pontos Fracos: Atendimento dos garçons, demorados e atrapalhados;

Bar Bezerra
Rua Coriolano, 800. Vila Romana.
São Paulo.
www.barbezerra.com.br

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Pingazilla Natalino!

Postado por Elder na quarta-feira dez 2, 2009 Sobre Variado

Pingazilla Noel

Dezembro, é o mês do Natal! E por isso estamos abraçando a causa do Papai Noel dos Correios, adotando uma cartinha de um garoto (futuro craque do futebol) para deixá-lo muito feliz!
Pra quem não sabe, esse projeto dos correios consiste em uma pessoa ir até a agência participante mais próxima e solicitar as cartas das crianças. Aí é só ler todas, escolher aquela que mais gostou! Você leva a carta contigo e após preparar o presente, volta até a agência e entrega para eles enviarem através do Papai Noel e suas renas!!!

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Caracterizando cervejas

Postado por guilherme.oide na terça-feira dez 1, 2009 Sobre Bebidas, Cervejas

No post anterior foi feita a introdução aos tipo de cerveja disponíveis. Agora é hora de falarmos sobre como diferenciamos o tal líquido. Assim como um vinho, cada cerveja varia suas características de uma para outra, mesmo dentro de um mesmo estilo. São essas caracteristícas que devemos prestar atenção pra avaliá-las. Vamos direto ao assunto sem maiores enrolações pois novamente será um post longo.

COLORAÇÃO: Podemos encontrar as mais diversas colorações, como o clássico dourado, marrom, preto, avermelhado, etc. Há também cervejas que não são cristalinas, e sim turvas. Isso pode acontecer porque nem todas são filtradas antes de engarrafar. Exemplo mais comum são as de trigo. Normalmente trazem dentro da garrafa algum sedimento no fundo, que nada mais é do que levedura (fermento) não filtrada.

ESPUMA: É o nosso popular colarinho. Há quem adore, há quem não suporte, mas o correto é sempre manter uma camada dela no topo do copo. Quando a cerveja entra em contato com o ar ela começa imediatamente a reagir com o oxigênio, a oxidar. É como se ela começasse a “enferrujar”, perdendo suas características originais. A camada de espuma impede esse contato, conservando por mais tempo as características que o mestre cervejeiro passou tanto tempo tentando alcançar, além de ajudar a manter a temperatura.

AROMA: Dizem que o aroma de um alimento pode responder por 70% da percepção, sendo determinante na avaliação final de qualquer comida ou bebida. Seja isso verdade ou mentira, uma boa cerveja fica ainda melhor se tiver um cheiro agradável, de acordo? É nesse quesito (junto com o sabor) onde as Ales se destacam com grande vantagem sobre as Lagers. A explicação é que no processo de fermentação alta as substâncias aromáticas se acentuam muito mais em relação à fermentação baixa. É comum encontrar aromas cítricos, de banana, pão, cravo, chocolate e até remédio numa ale, enquanto as lagers de certa forma possuem aroma mais contido e com poucas variações, oscilando somente entre os componentes básicos (malte e lúpulo). Vide Heineken e seu inconfundível aroma lupulado.

CORPO: Talvez a mais mística das características, nada mais é do que a impressão de “peso” da cerveja. Ela pode ser bem leve de beber e descer igual água como é o caso da maioria das cervejas feitas pra grande massa (Itaipava, Skol, Brahma, Budweiser, Quilmes e cia) ou pode ser quase mastigável. Quem já provou uma Guinness num pub com certeza notou que ela é tão encorpada que quase vale por uma refeição…

CARBONATAÇÃO: Apesar do nome esquisito, carbonatação é a quantidade de gás carbônico contido na cerveja, ou seja, de bolhinhas. Esse gás carbônico não é adicionado artificialmente, e sim fruto da fermentação. Como era de se esperar, temos os mais diversos níveis de carbonatação por aí e o principal modo de sentir é quando tomamos um gole e percebemos as bolhas se formarem na língua. Cervejas de carbonatação mais elevada tem o poder de “limpar” a língua, e podem ser boas escolhas pra acompanhar alimentos gordurosos como a nossa indefectível feijoada ou queijos moles. É também uma excelente aliada num churrasco.

SABOR: Cervejas de boa qualidade costumam utilizar em sua composição somente os ingredientes Malte, Lúpulo, Fermento e Água. É muito comum algumas pessoas pensarem que cervejas escuras tem adição de café, chocolate ou outros ingredientes por causa do gosto, mas isso geralmente não é verdade. Esses sabores são originados naturalmente ao longo do processo de produção, dependendo dos tipos de malte, de fermentação, tempos, etc. Durante a Idade Média os alemães – que desde sempre foram preocupados com esse negócio de qualidade – criaram uma lei pra assegurar que somente os ingredientes básicos poderiam ser utilizados. Essa lei foi criada em 1.516 e chama-se Reinheitsgebot. Apesar dela ter sido posteriormente acoxambrada boa parte das cervejarias alemãs continuam seguindo a versão linha dura. Portanto se achar essa palavra impronunciável em algum rótulo já é um bom sinal, porque o produto com certeza não terá conservantes, acidulantes e toda essa porcaria química. Tal preocupação com a tradição é mais concentrada nas cervejarias da Alemanha e nos estilos típicos alemães. Em outros países existem várias cervejas com adição de outros ingredientes e que podem ser excelentes também.

RETROGOSTO: Quando tomamos um vinho, depois de finalizado o gole pode aparecer um sabor/aroma diferente daquele que sentimos assim que o colocamos na boca. Com a cerveja é exatamente a mesma coisa, sem tirar nem pôr. O retrogosto pode ser agradável ou não, depende de caso pra caso.

DRINKABILITY”: Aqui entra toda a subjetividade evitada nos outros quesitos, mais objetivos. Não conheço um termo equivalente em português, mas é assim que essa característica é denominada mundo afora na língua inglesa. Numa tradução mais do que livre (quase anárquica eu diria), seria algo como “bebebilidade”, ou quão fácil é de beber tal cerveja em quantidade. Se as Ales levaram grande vantagem no aroma e sabor, aqui elas costumam tomar um banho das Lagers. Seria coincidência você comprar Skol em pacotes de 12, 18 ou 24 latas? Como toda regra, há suas excessões. Pra marcar o gol de honra das Ales, deve-se citar as cervejas Weiss/Weizen (trigo), que são ales com grande drinkability (pergunte prum alemão num Biergarten com sua caneca de 1L), e também as cervejas inglesas como Newcastle (Brown Ale), Old Speckled Hen (English Pale Ale), Greene King IPA (India Pale Ale) e suas comparsas da ilha da rainha de sobretudo.

Essas são as características mais consagradas que costuma-se avaliar quando se toma uma cerveja. Como boa parte do linguajar já foi devidamente abordado nesses 2 primeiros posts, a partir do próximo já será possível misturar alguns reviews pra sair da teoria pra prática (que é o que nos interessa, afinal).

Até a próxima!

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